|
Uma das empresas pioneiras e mais completas de São Paulo é a Dogwalker, nome herdado da moda americana que por aqui foi traduzido como “passeador de cachorro”. Seu proprietário, Paulo Carreiro, conta que a idéia surgiu há três anos, quando começou a namorar sua sócia, Raquel Yukie Hama. “Quando ia passear com meus cachorros, sempre encontrava a Raquel no parque com os dela”, conta. O primeiro cliente surgiu por acaso: uma vizinha, percebendo a disponibilidade e paciência de Paulo com os cachorros, passou a pedir para ele que levasse seu cachorro para passear junto com os dele. Hoje, a Dogwalker tem, além do serviço de passeio, recreação, acompanhamento psicológico, adestramento e até uma creche. A coisa funciona mais ou menos como em uma escola infantil. “O Scooby vai para a creche de segunda a sexta e fica lá o dia todo. Só vou pegá-lo depois do trabalho”, explica o administrador de empresas Márcio Jonisson Moreno, pai do beagle Scooby. Márcio conta que sempre se preocupou com o bem-estar do Scooby. “Moro em apartamento, mas só comprei o cachorro depois que acertei que ele iria ficar no quintal da casa de um amigo enquanto eu trabalhasse.”Mesmo assim, Scooby passou a sofrer de crises de estresse. Antes de ser “matriculado” na creche, alergias, bolhas na pele e machucados nas patas eram problemas constantes, o que fazia Moreno gastar muito com veterinário. Até que um dia o doutor lhe deu a dica da creche. “O Scooby se transformou. Está mais educado e obediente e muito mais feliz”, diz Moreno, que passou a gastar muito menos. Ele paga R$ 510,00 de mensalidade (ele não usa o serviço delivery) e nem pensa em reclamar, já que seu Scooby costumava tomar injeções de R$ 350,00. Conheça alguns de nossos clientes |