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Passear com cães dá dinheiro

Abrir uma agência de dog walkers, profissionais que levam cahorros para dar uma voltinha, pode ser um bom negócio

Lorena Vicini
Foto: Ciete Silverio


PROFISSIONAIS da Dog Walker, de São Paulo: experiência em adestramento e primeiros socorros

Em cidades grandes, com pessoas sempre ocupadas, os cachorros já não podem mais depender de seus donos para aquele passeio diário. Para resolver o problema dos bichinhos, e, por tabela, dos seus donos, que não agüentam mais ver estragos nos móveis e paredes por causa da energia canina acumulada, surgiu nos últimos anos um novo profissional para atender a essa demanda, já muito comum em países como os Estados Unidos. Trata-se de pessoas especializadas em passear com os cães alheios, também conhecidas pelo termo inglês dog walkers.

A crescente demanda pelo serviço tornou-o uma boa opção para quem quer abrir o próprio negócio. Raquel Yukie Hama, dona da Dog Walker, de São Paulo, uma das empresas pioneiras no ramo, diz que o pré-requisito fundamental para entrar no setor é gostar muito de animais, conhecer as diferentes raças e saber lidar com elas. A Dog Walker cobra 30 reais pelo passeio avulso, que dura cerca de uma hora e meia, mas faz descontos para quem fecha pacotes mensais.

Raquel lembra que não basta colocar uma coleira no cachorro e sair pelas ruas. Se não for feito previamente um trabalho de adestramento, ele pode se tornar perigoso para os transeuntes e para outros animais. É preciso se certificar de que o cão vai obedecer às ordens do condutor. Também é necessário, segundo a empresária, ter conhecimentos de primeiros socorros, para o caso de algum acidente com o cachorro durante o percurso. Verifique ainda se animais de diferentes donos se dão bem entre si, antes de encaixá-los no mesmo passeio. Levar água para eles beberem durante a caminhada e saquinhos para recolher as fezes faz parte do serviço.

VETERINÁRIO - Outro ponto fundamental para o negócio ter sucesso é a disposição física do empreendedor e dos profissionais contratados para passear com os cães. Afinal, vigiar todos os passos dos bichos exige muita sola de sapato, preparo físico e atenção. Perder um deles de vista durante o serviço pode dar prejuízo, por exemplo, na forma de indenização para o dono do animal perdido. Por isso, Raquel recomenda que cada pessoa encarregada de passear conduza no máximo três cães.

É aconselhável ainda que a empresa conte com um veterinário de confiança para cuidar dos bichos em caso de necessidade. Devolva os animais escovados e limpos para seus donos. Para quem deseja ingressar no ramo, a Dog Walker oferece cursos de treinamento.

Paseadores de cães
Investimento inicial: R$ 300 (guias para adestramento, kits de primeiros socorros, petiscos para cães, saquinhos para recolher fezes, toalhas e escova para pentear os animais). Exige ainda: utilitário, telefone, fax e computador
Área: sala comercial de 30 m2
Capital de giro: R$ 4.400
Faturamento médio: R$ 3.600
Funcionários: 2 (o dono e 1 auxiliar)
Prazo de retorno: 6 meses

Dog Walker, (11) 5094-0541

 





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